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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Colunista critica eventual apoio de Valdemiro Santiago ao pai do kit gay: “Em ano eleitoral ‘demônios’ viram ‘anjos’ e vice versa”. Leia na íntegra

Colunista critica eventual apoio de Valdemiro Santiago ao pai do kit gay: “Em ano eleitoral ‘demônios’ viram ‘anjos’ e vice versa”. Leia na íntegra
A informação de que o apóstolo Valdemiro Santiago, líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, poderá apoiar o candidato do Partido dos Trabalhadores à prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, foi tema de um artigo de Paulo Teixeira, colunista do Gospel+.
Fernando Haddad é ex-ministro da educação e considerado pela mídia como o “pai do kit gay”, material que seria distribuído nas escolas públicas do Brasil e que foi suspenso pela presidente Dilma Rousseff.
Segundo Teixeira, “em ano eleitoral pode-se esperar as mais estapafúrdias surpresas. São dias onde ‘demônios’ viram ‘anjos’ e vice versa”.
O colunista lembra que a ex-prefeita de São Paulo, Luiza Erundina, se recusou a sair candidata à vice na chapa de Haddad, após o PT aceitar o apoio de Paulo Maluf: “Mesmo discordando de ideais políticos defendidos pela deputada federal Luíza Erundina (PSB/SP), tenho que concordar que ela mostrou-se fiel aos seus princípios e com caráter, ao não aceitar ser vice na chapa de Haddad devido à aliança petista com Paulo Maluf. Erundina e Maluf  sempre defenderam ideais antagônicos”.
Com base na atitude de Erundina, Teixeira critica a possível aliança de Santiago com Haddad: “A mesma atitude de fidelidade aos princípios e ideais de Erundina não será a tomada por Valdemiro, caso se confirme seu apoio ao ‘pai do kit gay’. Pela lógica, Santiago que diz ser seguidor de Cristo deveria prezar pela moralidade e pelos bons costumes, combatendo veementemente qualquer ato ofensivo a Deus, como os anti-família, por exemplo”, frisa Teixeira.
Leia a íntegra do artigo “O kit gay e a decisão de Valdemiro Santiago. E agora?”, de Paulo Teixeira neste link.
Fonte: Gospel+

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Lula será Professor Honoris Causa da UFPB


O sujeito envaidece-se por nunca ter lido um livro; arrogante, lembrou várias vezes que não é preciso ter diploma universitário para ser Presidente da República; sob seu governo, os professores universitários tiveram ridículos reajustes salariais (conseguidos sempre graças a longas greves) e, hoje, são uma classe de profissionais qualificados de baixa remuneração.
E o Magnífico Reitor da UFPB, em troca de algumas verbas – que, diga-se de passagem, são obrigação do governo federal para manutenção, ampliação e aperfeiçoamento das universidades federais – considera que um sujeito que atropela a Língua Portuguesa, que dá péssimo exemplo como incentivo à leitura, cujo governo institucionalizou a corrupção, levando-o a defender, em inúmeras ocasiões, todos aqueles que foram/ são acusados ou suspeitos de corrupção, sugerindo às novas gerações que ser corrupto é bom e torna a pessoa ilustre e bem relacionada com o governo, merece o título de Doutor “Honoris Causa”.
O Magnífico Reitor, em troca de algumas verbas, perdeu o senso crítico; esqueceu que foi escolhido para gerir e representar a comunidade acadêmica, que sempre o honrou e o respeitou, e que merece ser honrada e respeitada pelo seu Reitor.
Sem senso crítico, o Reitor e mais todos os outros conselheiros que foram e são favoráveis a tal homenagem dão prova cabal de servilismo ao partido que está no poder, de bajulação e de pouco zelo pela titulação acadêmica. Dizem às novas gerações que os diplomas universitários não têm valor e nem importância; o que importa é conseguir ser militante de partido que governa, ser falastrão, engendrar metáforas grosseiras, jamais ler sequer um livro e encontrar uma comunidade acadêmica disposta à bajulação e ao servilismo, para, desse modo, permanecer na mediocridade intelectual, mas ostentando um diploma de alto grau.
É essa UFPB, que vai conceder a Lula seu mais alto título, que acaba de ter boa parte do acervo de sua Biblioteca Central danificada por vazamentos e goteiras. É essa UFPB que zela por seu patrimônio intelectual, conservado na Biblioteca Central, que vai consagrar a rudeza intelectual cultivada e assumida no alto dos muitos palanques. Afinal, para que a UFPB precisa cuidar dos livros da Biblioteca Central, se ler livros não tem a menor importância?
Ainda não vi meus colegas se pronunciarem sobre esse lamentável incidente de equívoco acadêmico. Só espero que não apareça algum professor doutor falando contra as elites intelectuais e em democratização da universidade, para justificar a bajulação e o servilismo.
Antes que alguém tenha o trabalho de dizer: sou elite intelectual, sim. Sou Doutora em Letras porque estudei muitos anos para isso. Li e leio muitos livros e já publiquei alguns. Sou acadêmica e sou contra a deterioração dos valores acadêmicos. Tenho zelo pelo diploma de doutorado que fiz por merecer, estudando, lendo, pesquisando e buscando formar outros intelectuais. Se ter cultura, formação universitária, inúmeras publicações (livros, artigos, trabalhos em congressos nacionais e internacionais, CDs de dados), ter lecionado na França e em mais de uma universidade brasileira, ter senso crítico, respeitar os valores universitários, é ser elite, então sou elite e não gosto de ver a mediocridade intelectual pontificar com diploma de doutor.
Não é por Coimbra ter colocado no seio de seu egrégio colégio de doutores um sujeito que tem orgulho de nunca ter lido um livro, que vou aceitar que a UFPB vulgarize os títulos acadêmicos.
Democracia na Universidade consiste em oportunidades iguais para todos que desejem crescer na Ciência, na Tecnologia, nas Humanidades. Democracia na Universidade não implica baratear o diploma acadêmico de alto reconhecimento de mérito intelectual ou científico ou cultural, em troca de algumas verbas, que não passam de obrigação do governo federal. Democracia na Universidade não é bajulação, cooptação e nem subserviência ao partido que está no poder. Ser democrata na Universidade é ter senso crítico, ter opinião e defender a liberdade de opinião; é ter qualificação para o exercício profissional e intelectual na Universidade; é sentir-se honrado em ser portador dos diplomas conquistados com estudo e pesquisa.
Uma pergunta que não quer calar: onde está o sindicato dos professores – a ADUFPB?
Sônia Maria van Dijck Lima – doutora em Letras (USP, 1989) - aposentada – DLCV/CCHLA/UFPB – meu CV está na Plataforma Lattes

Lula - Doutor Honoris Causa, mas de Bíblia não entende nada.

Lula - Doutor Honoris Causa, mas de Bíblia não entende nada
Posted: 22 Jul 2011 10:21 AM PDT
Lula - Doutor Honoris Causa, mas de Bíblia não entende nada.

O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva interpretou, nesta quinta-feira, uma famosa passagem bíblica onde Jesus diz: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus”. Em Salvador, ele disse que é “bobagem” o que o Novo Testamento apregoa sobre a promessa de que o reino dos céus é para os pobres. Ele discursou de manhã para uma plateia formada em sua maioria por pequenos agricultores.
— Bobagem, essa coisa que inventaram que os pobres vão ganhar o reino dos céus. Nós queremos o reino agora, aqui na Terra. Para nós inventaram um slogan que tudo tá no futuro. É mais fácil um camelo passar no fundo de uma agulha do que um rico ir para o céu . O rico já está no céu, aqui. Porque um cara que levanta de manhã todo o dia, come do bom e do melhor, viaja para onde quer, janta do bom e do melhor, passeia, esse já está no céu. Agora o coitado que levanta de manhã, de sol a sol, no cabo de uma enxada, não tem uma maquininha para trabalhar, tem que cavar cada covinha, colocar lá e pisar com pé, depois não tem água para irrigar, quando ele colhe não tem preço. Esse vai pro inferno — discursou Lula, para delírio das cerca de mil pessoas que lotavam o auditório de um hotel de Salvador. 
Pouco antes de falar, recebeu de presente uma garrafa de cachaça. Como se ainda estivesse ocupando a cadeira de presidente da República, Lula fez um balanço de suas realizações.
 

Lula chama de 'bobagem' passagem bíblica que promete o paraíso para os pobres

Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus; Mateus 5.3

O Dr Lula, deveria entender primeiro antes de falar coisas sem nexo.
O Novo Testamento fala dos "pobres de espirito" e não pobre financeiramente e o reino dos céus não meramente geografico e sim no conquistar vidas; sim, é claro, que haverá o reino milenar de Cristo, mas isto será implantado por Jesus em Jerusalem.
Será que Lula está se achando o messias que dará o reino aos pobres "financeiramente" aqui na terra?
Infelizmente, muitos, assim como Lula, tem usado trechos biblicos para dar asas a seus pensamentos e projetos politicos, mas não entendem nada do texto sagrado.
Deveria ser mais humilde e procurar entender o texto sagrado com pessoas sinceras e entendidas no assunto.
Mas estamos orando para que o Senhor Jesus tenha um encontro com ele e assim como fez na vida do Eunuco de Candace e de Paulo venha fazer, tambem com ele e os seus olhos ( espirituais ) serem abertos e então entenderá os textos sagrados.


Gildo Tercio
Bacharel em Teologia e Licenciatura Plena em Educação Religiosa

domingo, 12 de dezembro de 2010

A cartada homossexualista de Lula


Como Lula e os ativistas gays passaram a perna nos opositores do PLC 122.

(Por Julio Severo) – Estratégia do PLC 122 não passou no dia 9 deste mês, porque os ativistas gays foram pegos com a “boca na botija”. Mas nenhum deles está chorando ou reclamando. Por que? No mesmo dia 9, sem que ninguém percebesse, Lula criou o Conselho Nacional de Combate à Discriminação exclusivamente para avançar a agenda gay.

O Congresso Nacional está recebendo muitos e-mails sobre a votação do PLC 122/2006 nesta semana. Devido às denúncias das manobras, o projeto anti-“homofobia” não foi avançado no dia 8 ou 9 deste mês na Comissão de Direitos Humanos e Participação Legislativa do Senado.

No entanto, em 9 de dezembro de 2010 o presidente Lula criou, por meio de decreto presidencial, o Conselho Nacional de Combate à Discriminação. Veja aqui: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Decreto/D7388.htm

Em 2008, dentro do projeto de lei que criava o Ministério da Pesca, uma emenda totalmente estranha foi inserida para criar um Conselho Nacional da Comunidade LGBT, mas a Câmara dos Deputados rejeitou a emenda. Veja a cobertura completa aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2009/03/o-peixe-e-isca-projeto-de-lei-sobre.html

Contudo, os ativistas gays novamente conseguiram uma volta por cima, pois Lula criou o mesmo conselho, mas com outro nome. Embora tenha como título genérico Conselho Nacional de Combate à Discriminação, o novo órgão federal, com burocratas engordados com nossos impostos, terá como missão prioritária combater “discriminações” contra quem está envolvido em atos homossexuais. Por exemplo, um pai ou mãe reclamou daaula pró-homossexualismo que seu filho recebeu na escola? É crime de “homofobia”!

Para Lula e os ativistas gays, não importa que a população não queira o PLC 122. Terão de engolir a força a ideologia gay, nem que para isso todos tenham de ser aterrorizados com as ações de um Conselho Nacional de Combate à Discriminação.

Fonte: O Verbo / www.juliosevero.com

O peixe é a isca: projeto de lei sobre pesca vira “peixe-de-tróia” da agenda gay

PLC 122: “O preço da liberdade é a eterna vigilância”

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

A escolha dos caças

Como piloto digo que o tema é eminentemente técnico com decisão política por assim determinar nosso elenco legislativo outorgado à decisão do Presidente da República por intermédio de uma magnânima e democrática decisão da Constuição Federal.

Mas se essa decisão política não estiver de acordo com a vontade soberana da sociedade ao invés da conveniência individual de Lula ou de Dilma sou a favor que a sociedade entre na discussão.

Já que há a possibilidade de se esculhambar trabalho de profissionais sérios cabe ao ator principal de nosso país, o povo, decidir por referendo. Aliás não foi o próprio Lula que disse antes da disputa com Serra que o levou a presidência que seu governo seria, em todas as hipóteses, um governo de consenso? Esta é a oportunidade final de ele cumprir algo que prometeu e fez questão de levar ao esquecimento.




A escolha dos caças


FOLHA DE S. PAULO
8/12/2010

Conduzida de maneira lenta, inábil e confusa, a escolha dos novos caças que o Brasil pretende adquirir recebe, do governo Lula, o único encaminhamento sensato a três semanas do fim do mandato: o adiamento da decisão.

Caberá a Dilma Rousseff, já como chefe de Estado, bater o martelo por um dos três modelos em disputa -o Rafale, de fabricação francesa; o F-18, construído pela americana Boeing; ou o sueco Gripen. Partiu, aliás, da presidente eleita a exigência de novas informações técnicas sobre o processo de escolha, e sua transferência para o próximo governo.

A necessária renovação da frota da Força Aérea Brasileira se arrasta desde a presidência de Fernando Henrique Cardoso. O anúncio, já sob Lula, de que o país pretendia comprar 36 novos caças, ao custo de pelo menos R$ 10 bilhões, gerou o interesse de fabricantes militares internacionais -e os atuais modelos em disputa foram pré-selecionados pelo governo brasileiro.

Desde então o processo tem sido marcado mais por movimentações políticas, gafes e incompreensíveis adiamentos do que pela análise técnica.

Com a concorrência ainda em curso, o presidente Lula chegou a anunciar a escolha do Rafale, então o mais caro da disputa, para depois recuar. A preferência do Planalto pelos caças franceses é justificada pela intenção de estabelecer uma parceria estratégica, política e militar, com Paris.

Interessa ao governo o apoio já declarado da França à inclusão do Brasil no Conselho de Segurança da ONU e uma aproximação com uma potência militar relativamente independente dos Estados Unidos. O modelo da fabricante Dassault, no entanto, ficou em terceiro e último lugar em extenso relatório produzido pela própria Aeronáutica, que dá preferência à compra do avião sueco.

É de esperar que a nova presidente tenha a oportunidade de pesar os argumentos e considerar se o critério que dá sustentação ao caça francês sobrevive a um exame técnico. E que a decisão seja tomada o mais breve possível, sem novos adiamentos.