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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Debate sobre participação de evangélicos na política...


Debate sobre participação de evangélicos na política questiona se a Bíblia é suficiente para orientar ações e sugere princípios de ética e cidadania

Debate sobre participação de evangélicos na política questiona se a Bíblia é suficiente para orientar ações e sugere princípios de ética e cidadania
 A necessidade do envolvimento do cristão com a política para que os princípios do cristianismo norteiem condutas e propostas sociais foi tema de um debate acadêmico no American Enterprise Institute.
O debate foi intitulado “Is the Good Book good enough? Evangelical perspectives on public policy”, que numa tradução livre, pode ser interpretado como “O bom livro é suficiente? Perspectivas evangélicas nas políticas públicas”.
A referência à suficiência da Bíblia para nortear o posicionamento evangélico nas políticas públicas do mundo contemporâneo foi feita com a proposta de trazer à luz exemplos que podem ser aprendidos também com princípios modernos de ética e cidadania.
Segundo os participantes, as tradições evangélicas poderiam também oferecer contribuições únicas para a sociedade na busca pela definição da melhor forma de solucionar casos como a imigração, pobreza, justiça criminal, economia, direitos humanos e até energia nuclear, informou o Christian Post.
Para Michael Cromartie, vice-presidente da Ética e do Centro de Políticas Públicas, o envolvimento dos evangélicos na política deveria ser diferente da forma como se fez até agora, deixando de lado a inflexibilidade religiosa e se baseando em princípios de civilidade, prudência e da graça comum de Deus para com os homens, para a partir daí, oferecer à sociedade propostas justas.
Já Timothy Dalrymple, diretor de conteúdo do portal Patheos.com, acrescentou que os evangélicos envolvidos com a política devem se nortear pelo princípio de “honestidade radical”, “caridade radical” e “independência radical”, sendo sempre os mais honestos possível, lembrando sempre que isso não implica em fidelidade a um partido político, mas sim a propostas coerentes com os princípios cristãos.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Colunista critica eventual apoio de Valdemiro Santiago ao pai do kit gay: “Em ano eleitoral ‘demônios’ viram ‘anjos’ e vice versa”. Leia na íntegra

Colunista critica eventual apoio de Valdemiro Santiago ao pai do kit gay: “Em ano eleitoral ‘demônios’ viram ‘anjos’ e vice versa”. Leia na íntegra
A informação de que o apóstolo Valdemiro Santiago, líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, poderá apoiar o candidato do Partido dos Trabalhadores à prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, foi tema de um artigo de Paulo Teixeira, colunista do Gospel+.
Fernando Haddad é ex-ministro da educação e considerado pela mídia como o “pai do kit gay”, material que seria distribuído nas escolas públicas do Brasil e que foi suspenso pela presidente Dilma Rousseff.
Segundo Teixeira, “em ano eleitoral pode-se esperar as mais estapafúrdias surpresas. São dias onde ‘demônios’ viram ‘anjos’ e vice versa”.
O colunista lembra que a ex-prefeita de São Paulo, Luiza Erundina, se recusou a sair candidata à vice na chapa de Haddad, após o PT aceitar o apoio de Paulo Maluf: “Mesmo discordando de ideais políticos defendidos pela deputada federal Luíza Erundina (PSB/SP), tenho que concordar que ela mostrou-se fiel aos seus princípios e com caráter, ao não aceitar ser vice na chapa de Haddad devido à aliança petista com Paulo Maluf. Erundina e Maluf  sempre defenderam ideais antagônicos”.
Com base na atitude de Erundina, Teixeira critica a possível aliança de Santiago com Haddad: “A mesma atitude de fidelidade aos princípios e ideais de Erundina não será a tomada por Valdemiro, caso se confirme seu apoio ao ‘pai do kit gay’. Pela lógica, Santiago que diz ser seguidor de Cristo deveria prezar pela moralidade e pelos bons costumes, combatendo veementemente qualquer ato ofensivo a Deus, como os anti-família, por exemplo”, frisa Teixeira.
Leia a íntegra do artigo “O kit gay e a decisão de Valdemiro Santiago. E agora?”, de Paulo Teixeira neste link.
Fonte: Gospel+