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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

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Debate sobre participação de evangélicos na política questiona se a Bíblia é suficiente para orientar ações e sugere princípios de ética e cidadania

Debate sobre participação de evangélicos na política questiona se a Bíblia é suficiente para orientar ações e sugere princípios de ética e cidadania
 A necessidade do envolvimento do cristão com a política para que os princípios do cristianismo norteiem condutas e propostas sociais foi tema de um debate acadêmico no American Enterprise Institute.
O debate foi intitulado “Is the Good Book good enough? Evangelical perspectives on public policy”, que numa tradução livre, pode ser interpretado como “O bom livro é suficiente? Perspectivas evangélicas nas políticas públicas”.
A referência à suficiência da Bíblia para nortear o posicionamento evangélico nas políticas públicas do mundo contemporâneo foi feita com a proposta de trazer à luz exemplos que podem ser aprendidos também com princípios modernos de ética e cidadania.
Segundo os participantes, as tradições evangélicas poderiam também oferecer contribuições únicas para a sociedade na busca pela definição da melhor forma de solucionar casos como a imigração, pobreza, justiça criminal, economia, direitos humanos e até energia nuclear, informou o Christian Post.
Para Michael Cromartie, vice-presidente da Ética e do Centro de Políticas Públicas, o envolvimento dos evangélicos na política deveria ser diferente da forma como se fez até agora, deixando de lado a inflexibilidade religiosa e se baseando em princípios de civilidade, prudência e da graça comum de Deus para com os homens, para a partir daí, oferecer à sociedade propostas justas.
Já Timothy Dalrymple, diretor de conteúdo do portal Patheos.com, acrescentou que os evangélicos envolvidos com a política devem se nortear pelo princípio de “honestidade radical”, “caridade radical” e “independência radical”, sendo sempre os mais honestos possível, lembrando sempre que isso não implica em fidelidade a um partido político, mas sim a propostas coerentes com os princípios cristãos.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Brasil tem 3 cidades entre as 50 mais caras; veja ranking

Brasil tem 3 cidades entre as 50 mais caras; veja ranking
12 de julho de 2011 | 13h00
Sílvio Guedes Crespo


O Brasil tem três cidades no ranking das mais caras do mundo para expatriados divulgado pela consultoria Mercer. O estudo toma como base os custos das multinacionais para manter funcionários em outros países.
São Paulo saltou 11 posições e agora é a 10ª de maior custo de vida do planeta. O Rio de Janeiro vem logo depois, em 12º lugar, após subir 17 degraus. Brasília, a terceira mais cara do Brasil, entrou no ranking mundial das 50 mais depois de pular 37 posições.
As três cidades mais caras do mundo são Luanda (Angola), Tóquio (Japão) e Jamena (Chade).
O ranking mostra que São Paulo e Rio de Janeiro são mais caras do que qualquer cidade norte-americana. Os Estados Unidos têm apenas um representante no ranking das 50 primeiras: é Nova York, que caiu da 27ª para a 32ª posição.
Na Europa, as cidades mais caras são Genebra, Zurique (ambas na Suíça), Oslo (Noruega), Berna (Suíça) Copenhague (Dinamarca), Londres (Reino Unido), Milão e Paris. O país que mais tem cidades no ranking é a Austrália, com seis representantes.

Veja gráfico da tabela: O Estadão