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sábado, 17 de setembro de 2011

Israel lança vídeo no YouTube em resposta à campanha palestina na ONU

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Lula será Professor Honoris Causa da UFPB


O sujeito envaidece-se por nunca ter lido um livro; arrogante, lembrou várias vezes que não é preciso ter diploma universitário para ser Presidente da República; sob seu governo, os professores universitários tiveram ridículos reajustes salariais (conseguidos sempre graças a longas greves) e, hoje, são uma classe de profissionais qualificados de baixa remuneração.
E o Magnífico Reitor da UFPB, em troca de algumas verbas – que, diga-se de passagem, são obrigação do governo federal para manutenção, ampliação e aperfeiçoamento das universidades federais – considera que um sujeito que atropela a Língua Portuguesa, que dá péssimo exemplo como incentivo à leitura, cujo governo institucionalizou a corrupção, levando-o a defender, em inúmeras ocasiões, todos aqueles que foram/ são acusados ou suspeitos de corrupção, sugerindo às novas gerações que ser corrupto é bom e torna a pessoa ilustre e bem relacionada com o governo, merece o título de Doutor “Honoris Causa”.
O Magnífico Reitor, em troca de algumas verbas, perdeu o senso crítico; esqueceu que foi escolhido para gerir e representar a comunidade acadêmica, que sempre o honrou e o respeitou, e que merece ser honrada e respeitada pelo seu Reitor.
Sem senso crítico, o Reitor e mais todos os outros conselheiros que foram e são favoráveis a tal homenagem dão prova cabal de servilismo ao partido que está no poder, de bajulação e de pouco zelo pela titulação acadêmica. Dizem às novas gerações que os diplomas universitários não têm valor e nem importância; o que importa é conseguir ser militante de partido que governa, ser falastrão, engendrar metáforas grosseiras, jamais ler sequer um livro e encontrar uma comunidade acadêmica disposta à bajulação e ao servilismo, para, desse modo, permanecer na mediocridade intelectual, mas ostentando um diploma de alto grau.
É essa UFPB, que vai conceder a Lula seu mais alto título, que acaba de ter boa parte do acervo de sua Biblioteca Central danificada por vazamentos e goteiras. É essa UFPB que zela por seu patrimônio intelectual, conservado na Biblioteca Central, que vai consagrar a rudeza intelectual cultivada e assumida no alto dos muitos palanques. Afinal, para que a UFPB precisa cuidar dos livros da Biblioteca Central, se ler livros não tem a menor importância?
Ainda não vi meus colegas se pronunciarem sobre esse lamentável incidente de equívoco acadêmico. Só espero que não apareça algum professor doutor falando contra as elites intelectuais e em democratização da universidade, para justificar a bajulação e o servilismo.
Antes que alguém tenha o trabalho de dizer: sou elite intelectual, sim. Sou Doutora em Letras porque estudei muitos anos para isso. Li e leio muitos livros e já publiquei alguns. Sou acadêmica e sou contra a deterioração dos valores acadêmicos. Tenho zelo pelo diploma de doutorado que fiz por merecer, estudando, lendo, pesquisando e buscando formar outros intelectuais. Se ter cultura, formação universitária, inúmeras publicações (livros, artigos, trabalhos em congressos nacionais e internacionais, CDs de dados), ter lecionado na França e em mais de uma universidade brasileira, ter senso crítico, respeitar os valores universitários, é ser elite, então sou elite e não gosto de ver a mediocridade intelectual pontificar com diploma de doutor.
Não é por Coimbra ter colocado no seio de seu egrégio colégio de doutores um sujeito que tem orgulho de nunca ter lido um livro, que vou aceitar que a UFPB vulgarize os títulos acadêmicos.
Democracia na Universidade consiste em oportunidades iguais para todos que desejem crescer na Ciência, na Tecnologia, nas Humanidades. Democracia na Universidade não implica baratear o diploma acadêmico de alto reconhecimento de mérito intelectual ou científico ou cultural, em troca de algumas verbas, que não passam de obrigação do governo federal. Democracia na Universidade não é bajulação, cooptação e nem subserviência ao partido que está no poder. Ser democrata na Universidade é ter senso crítico, ter opinião e defender a liberdade de opinião; é ter qualificação para o exercício profissional e intelectual na Universidade; é sentir-se honrado em ser portador dos diplomas conquistados com estudo e pesquisa.
Uma pergunta que não quer calar: onde está o sindicato dos professores – a ADUFPB?
Sônia Maria van Dijck Lima – doutora em Letras (USP, 1989) - aposentada – DLCV/CCHLA/UFPB – meu CV está na Plataforma Lattes

Lula - Doutor Honoris Causa, mas de Bíblia não entende nada.

Lula - Doutor Honoris Causa, mas de Bíblia não entende nada
Posted: 22 Jul 2011 10:21 AM PDT
Lula - Doutor Honoris Causa, mas de Bíblia não entende nada.

O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva interpretou, nesta quinta-feira, uma famosa passagem bíblica onde Jesus diz: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus”. Em Salvador, ele disse que é “bobagem” o que o Novo Testamento apregoa sobre a promessa de que o reino dos céus é para os pobres. Ele discursou de manhã para uma plateia formada em sua maioria por pequenos agricultores.
— Bobagem, essa coisa que inventaram que os pobres vão ganhar o reino dos céus. Nós queremos o reino agora, aqui na Terra. Para nós inventaram um slogan que tudo tá no futuro. É mais fácil um camelo passar no fundo de uma agulha do que um rico ir para o céu . O rico já está no céu, aqui. Porque um cara que levanta de manhã todo o dia, come do bom e do melhor, viaja para onde quer, janta do bom e do melhor, passeia, esse já está no céu. Agora o coitado que levanta de manhã, de sol a sol, no cabo de uma enxada, não tem uma maquininha para trabalhar, tem que cavar cada covinha, colocar lá e pisar com pé, depois não tem água para irrigar, quando ele colhe não tem preço. Esse vai pro inferno — discursou Lula, para delírio das cerca de mil pessoas que lotavam o auditório de um hotel de Salvador. 
Pouco antes de falar, recebeu de presente uma garrafa de cachaça. Como se ainda estivesse ocupando a cadeira de presidente da República, Lula fez um balanço de suas realizações.
 

Lula chama de 'bobagem' passagem bíblica que promete o paraíso para os pobres

Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus; Mateus 5.3

O Dr Lula, deveria entender primeiro antes de falar coisas sem nexo.
O Novo Testamento fala dos "pobres de espirito" e não pobre financeiramente e o reino dos céus não meramente geografico e sim no conquistar vidas; sim, é claro, que haverá o reino milenar de Cristo, mas isto será implantado por Jesus em Jerusalem.
Será que Lula está se achando o messias que dará o reino aos pobres "financeiramente" aqui na terra?
Infelizmente, muitos, assim como Lula, tem usado trechos biblicos para dar asas a seus pensamentos e projetos politicos, mas não entendem nada do texto sagrado.
Deveria ser mais humilde e procurar entender o texto sagrado com pessoas sinceras e entendidas no assunto.
Mas estamos orando para que o Senhor Jesus tenha um encontro com ele e assim como fez na vida do Eunuco de Candace e de Paulo venha fazer, tambem com ele e os seus olhos ( espirituais ) serem abertos e então entenderá os textos sagrados.


Gildo Tercio
Bacharel em Teologia e Licenciatura Plena em Educação Religiosa

domingo, 24 de julho de 2011

Matéria sobre a internacionalização da Amazônia (Debate)

ESSA CALOU OS AMERICANOS.!!!
SHOW DO MINISTRO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO NOS ESTADOS UNIDOS


Essa merece ser lida, afinal não é todo dia que um brasileiro dá um esculacho educadíssimo nos americanos!

Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos,o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado
sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.

O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.

Esta foi a resposta do Sr.Cristóvam Buarque:

"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.

"Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.

"Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia
para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou
diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço."

"Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser
internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

"Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário
ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de
um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

"Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York,
como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

"Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas
mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

"Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola.
Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.

"Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia
seja nossa. Só nossa!

Recebi da amiga: 
Anadir Zanatta (anadirzanatta@hotmail.com)

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Brasil tem 3 cidades entre as 50 mais caras; veja ranking

Brasil tem 3 cidades entre as 50 mais caras; veja ranking
12 de julho de 2011 | 13h00
Sílvio Guedes Crespo


O Brasil tem três cidades no ranking das mais caras do mundo para expatriados divulgado pela consultoria Mercer. O estudo toma como base os custos das multinacionais para manter funcionários em outros países.
São Paulo saltou 11 posições e agora é a 10ª de maior custo de vida do planeta. O Rio de Janeiro vem logo depois, em 12º lugar, após subir 17 degraus. Brasília, a terceira mais cara do Brasil, entrou no ranking mundial das 50 mais depois de pular 37 posições.
As três cidades mais caras do mundo são Luanda (Angola), Tóquio (Japão) e Jamena (Chade).
O ranking mostra que São Paulo e Rio de Janeiro são mais caras do que qualquer cidade norte-americana. Os Estados Unidos têm apenas um representante no ranking das 50 primeiras: é Nova York, que caiu da 27ª para a 32ª posição.
Na Europa, as cidades mais caras são Genebra, Zurique (ambas na Suíça), Oslo (Noruega), Berna (Suíça) Copenhague (Dinamarca), Londres (Reino Unido), Milão e Paris. O país que mais tem cidades no ranking é a Austrália, com seis representantes.

Veja gráfico da tabela: O Estadão